Um convite cheio de dignidade.
Abraçar a Casa da Cultura de Joinville na data em que
se contam dois anos de interdição. Aliás, uma interdição
legítima, por falta de condições de atender, com o mínimo
de decência, alunos, professores, diretores, coordenadores,
e ao público em geral.
A Casa da Cultura de Joinville foi renegada pelos gestores,
passou de menina dos olhos à mulher desprezada. Funcionava
por teimosia e dedicação dos que tinham a incumbência de mantê-la
viva. Até que... veio a interdição para tirar da zona de risco seus
usuários e visitantes. Espalharam seus cursos pela
cidade... a maior confusão. E hoje, pleno 2013, publicam o convite
abaixo. Quem viveu seus tempos de pura ferveção, com cursos e
eventos incríveis e importantíssimos, sabe o que lamento.
Quem teve uma diretora como Albertina Tuma e um coordenador de dança como
Carlos Tafur, que criaram o maior Festival de Dança do mundo, sabe
do que estou falando.
A Casa da Cultura era uma referência para a
América Latina.
Foi um berço esplêndido de arte e cultura que abraçava todos sem exceção.
Agora, ela precisa do nosso abraço.

Prezada Comunicadora,
ResponderExcluirLendo sua matéria, as lembranças de outrora me afloraram e senti uma fusão de nostalgia e lamento.
Nostalgia gostosa por lembrar de todo aquele momento de efervescência cultural, de um clima de criatividade e vanguarda. A Casa da Cultura foi cenário e sede de grandes eventos nacionais e internacionais que marcaram uma época e projetaram nossa cidade nacional e mundialmente.
Lamento, por saber que o lugar o qual todos os joinvilenses, outrora cartão cultural da cidade, que foi berço da arte e da formação artística deste povo, chegou a esta lastimável situação de abandono e desprezo.
Apoio a iniciativa e conclamo para que todos participem deste momento!
Vamos abraçar a Casa da Cultura!
Abraços,
Albertina Tuma, ex-diretora da Casa da Cultura.